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Uma breve reflexão sobre a Mídia Sensacionalista.

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Luiz Felipe Schervenski Pereira
Mestre em Educação e Doutor em História

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Cotidianamente somos insuflados pela mídia sensacionalista e políticos demagogos que se entregam a mostrar tudo que é negativo do indivíduo para a sociedade, por mais absurdo que seja. Sites, jornais, televisões e rádios reproduzem programas policialescos que incitam ódio e violência na sociedade.

Este tipo de mídia não forma, não informa, apenas deforma. Ela teria que parar de insuflar ódio e começar a instigar reflexão na sociedade. Haveria que explicar que violências verbais e escritas nunca conseguiram diminuir violência e criminalidade em parte alguma do mundo. Mas aí é querer demais. Programas que insuflam ódio e burrice dão muito mais audiência e dinheiro para os proprietários destes veículos de comunicação.

Esses jornalistas e apresentadores de programas sangrentos sobre crimes vivem dizendo como a   violência deveria ser tratada, que é a pratica de vingança com as próprias mãos contra os bandidos, durante seus arroubos de machões. O espectador/ouvinte é estimulado a fazer justiça dessa forma.

 

Os casos, misto de sensacionalismo e “fake news”, nos fazem repensar sobre os limites do jornalismo na busca pela audiência e o quanto das informações veiculadas de fato expressam a realidade. Para refletir sobre o caso, o Carta Educação selecionou quatro filmes clássicos que podem suscitar debates a respeito.

  1. A Montanha dos Sete Abutres (1952)
  2. Cidadão Kane (1941)
  3. O Abutre (2014)
  4. O Jornal (1994)
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